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quarta-feira, julho 02, 2008

Clarificação de erro cometido no artigo anterior Familia Nuclear Radioactiva

Embora não seja apologista do exercício do «diz que não disse» talvez seja melhor clarificar as minhas palavras no último parágrafo do artigo Familia Nuclear é Radioactiva, na medida em que terá dado a entender algo que eu não quis dizer, ferindo a sensibilidade de alguns leitores. Em primeiro lugar o mal entendido deve-se a um erro meu. Um erro grave em alguém que preza por escrever com a razão e não com o coração, sobretudo quando se tratam de temas sensíveis como o do artigo anterior. Esse erro é o da generalização emocional. Quando afirmei que só uma ideia de familia fragmentada e sem base moral sólida pode dar suporte ético às ideias defendidas pelos novos idealistas das jotas, queria referir apenas as ideias sobre o desprezo pela família, reflectidas no cartaz medonho que diz «Familia Nuclear é Radioactiva». Em nenhum momento me referi às famílias constituídas por homossexuais e, se o dei a entender peço desculpa. Derivou portanto de uma frase mal escrita e de uma generalização.

Obrigado.

1 comentário:

Nuno Quental disse...

Concordo contigo. E há outra luta parva: a do “poliamor”. Só a palavra mete medo! Faz lembrar a poligamia. O problema é que agora há quem o defensa e o misture com outras causas que até podem fazer sentido. A ideia de a família ser radioactiva é triste sobretudo para um país cristão como o nosso.

Ab

nuno